quinta-feira, 11 de junho de 2009

Anti-(Sul-Frágil/ Norte-Forte?)

Eu, pequeno. Mundo vasto, vasto mundo. Rua padaria pão pessoas, prismas de meia-lua. Preconceito cor triste melancólico choroso. Casa porta TV. Cozinha comida, aluado. Estudante livros festas mulheres... caras! Negro pobre, segundo, último.

Miséria, pobreza ignorância burrice idiotice. Cinema, bares, universidades, apartheid, brancos ricos. Contradição homogeneidade Eu-genia unidade. Prestígio cor lugar, centro atenções. Negatividade, pedra sapato depressão. Política politicagem políticos! Dinheiro cueca mensalão avião. Problema altura acima possível tudo, características singularidades, peculiaridades.

Dinheiro televisão imprensa massa. Mínima e negra cor, isolamento endeusamento, paradoxo étnico. Literatura chibata Fernando Granato Ferréz. 1900 Literário Lima Barreto. Sucesso música. Silhueta vinheta punheta buceta. Mágico de Oz, Nego Drama, Vida Loka, Racionais, Bob Marley Facção Central, Martin Luther King. Talento, neutralidade, negligência, Zumbi, Zumbi dos Palmares, Zumbi D’outros mares; Zumbido.

Biblioteca livro autor... sonho. Alusão confusão ilusão. Conflito raças, não, financeiro capitalista. Negro alvo discriminação. Alcunha: negrume negrura escuro lusco fusco sombrio, preto! Prejuízo crendice superstição. Crime lei xadrez, ressentimento.

Indigência penúria, perverso malvado infame lastimável, intolerável. Negociata polícia corrupção propina contrabando. Revolta casa violência rua arma tiro. Rua pessoas nomes choro mãe pai mulher filho filha, carro caixão necrotério antro, morte. Eu-tanásia. Sobre-vida.

terça-feira, 19 de maio de 2009

AS VERTENTES DA VIOLÊNCIA URBANA

Uma das questões mais discutidas e cada vez mais presentes no dia-a-dia das pessoas é a violência urbana. Suas causas são sempre as mesmas: miséria, pobreza, má distribuição de renda, desemprego e desejo de vingança.

É um tema extremamente amplo, portanto, todos os setores da sociedade influenciam direta ou indiretamente na disseminação da violência. Os governantes não exercem o seu papel como deveriam, o poder concentra-se na mão da minoria exploradora. A facilidade de se adquirir armas de fogo de pequeno e grande porte, a grande depressão por parte da grande maioria negligenciada que não consegue o primeiro emprego juntos desenvolvem um sentimento de revolta, de inconformidade.

Estereótipos acerca de áreas geograficamente periféricas e socialmente abatidas com menos investimento em saúde, educação, esporte e outros são criados de forma absurdamente preconceituosa, ou seja, a violência se alastra não necessariamente pela pobreza em si, mas por fatores que recaem sobre a sociedade, que se “policia” a aparecer, sente a necessidade fazer algo que traga algum retorno, como não encontra apoio na sociedade, parte para a “fuga da desgraça“: o crime, o consumo e o tráfico de drogas.

O Sociólogo Luis Antônio Francisco de Souza afirmou em discurso que “A pobreza não é causa de violência. Mas quando aliada à dificuldade dos governos em oferecer melhor distribuição dos serviços públicos, torna os bairros mais pobres mais atraente para a criminalidade e a ilegalidade”. O que falta é uma boa ação social que capacite pessoas para lidar com as mais variadas personalidades existentes nas favelas, não que vá reprimir com violência, ignorância, mas com adaptação, diálogo, atividades práticas, entendimento e abertura de oportunidades para essas pessoas.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Não queira no passado. Pretenda pro futuro. Faça no presente.